Quando eu dizia que te amava, quando te abraçava. Quando deixava que me levantasse, aninhando-me em teus braços resultando em boas risadas. O que transbordava de tudo aquilo era real, de verdade, era sincero. Minha boca pronunciou inúmeras vezes o quanto eras importante, o quanto eu ... Não, eu não te amo.
Você nem sequer me conhece, como pode me aceitar? Por muito tempo era o que eu queria, ser aceita como sua, uma pequena parte sua que fosse. Queria os seus carinhos, sua amizade, o seu amor. Eu já te amei, muito. Amor. Sabes o que é isso? Claro que não né? Que pergunta a minha se soubesse estaria aqui. Eu não te quero. Não aceito. Não te amo.

Pai.
Sabe quanto tempo não te chamo assim?
Um ano e 11 meses.
Envergonho-me de uma coisa, de seres o único, eu disse o único, homem capaz de fazer-me chorar. Mas tudo passa tanta coisa já passou nesse tempo, chorei por coisas, pessoas, que já não importam mais. Ri com quem já não faz parte da minha vida.
Faço, pois, das tuas palavras ditas a quase dois anos atrás as minhas : “EU NÃO TE CONSIDERO MAIS COMO MEU PAI.” Dane-se. Mas não, não te odeio. Ódio é um sentimento mesquinho, pobre. Desejo-te muitas felicidades, e que um dia possas sentir a magia que é amar alguém, mas amar de verdade e não da boca pra fora.
Não se preocupe. Ora, que bobagem a minha, é claro que não vais se preocupar. Eu tenho quem chamar de pai, e ele me ama. Ele é capaz de fazer o que você não fez e eu consigo chamá-lo de pai sem sentir nenhuma dor, Ele não me ignora e me amou até no momento em que tu, infeliz mortal, jogou-me no fundo do poço. Antes de concluir, devo dizer-te que Ele, meu pai, também é seu, portanto somos irmãos. E vendo desta forma eu rezo para que mudes a tempo de perceber o quanto é ruim o que fazes contigo.
FELIZ DIA DOS PAIS.
Não se engane, não é para ti. É para o meu pai, ou melhor, nosso.Você nem sequer me conhece, como pode me aceitar? Por muito tempo era o que eu queria, ser aceita como sua, uma pequena parte sua que fosse. Queria os seus carinhos, sua amizade, o seu amor. Eu já te amei, muito. Amor. Sabes o que é isso? Claro que não né? Que pergunta a minha se soubesse estaria aqui. Eu não te quero. Não aceito. Não te amo.

Pai.
Sabe quanto tempo não te chamo assim?
Um ano e 11 meses.
Envergonho-me de uma coisa, de seres o único, eu disse o único, homem capaz de fazer-me chorar. Mas tudo passa tanta coisa já passou nesse tempo, chorei por coisas, pessoas, que já não importam mais. Ri com quem já não faz parte da minha vida.
Faço, pois, das tuas palavras ditas a quase dois anos atrás as minhas : “EU NÃO TE CONSIDERO MAIS COMO MEU PAI.” Dane-se. Mas não, não te odeio. Ódio é um sentimento mesquinho, pobre. Desejo-te muitas felicidades, e que um dia possas sentir a magia que é amar alguém, mas amar de verdade e não da boca pra fora.
Não se preocupe. Ora, que bobagem a minha, é claro que não vais se preocupar. Eu tenho quem chamar de pai, e ele me ama. Ele é capaz de fazer o que você não fez e eu consigo chamá-lo de pai sem sentir nenhuma dor, Ele não me ignora e me amou até no momento em que tu, infeliz mortal, jogou-me no fundo do poço. Antes de concluir, devo dizer-te que Ele, meu pai, também é seu, portanto somos irmãos. E vendo desta forma eu rezo para que mudes a tempo de perceber o quanto é ruim o que fazes contigo.
FELIZ DIA DOS PAIS.
Meu Deus, a ti e a todos os que conseguem ser pais independente do que diz o DNA, UM FELIZ DIA DOS PAIS.
Pamela Cristina.
Esse teu título me fez não precisar ir muito longe nessa leitura para saber que iria me emocionar >,<
ResponderExcluirbjos,
Ps: lindo texto, uma pena porém, sua veracidade...